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Construtoras terão que seguir regras mais rígidas de isolamento acústico - 20/07/2013

Novas regras da também vão ajudar a saber o tamanho do imóvel, se a planta é bem dividida e sobre a qualidade da construção. As regras valem para projetos protocolados nas prefeituras a partir de sexta (19).

JORNAL NACIONAL


Edição do dia 19/07/2013

Atualizado em 19/07/2013 21h19



A partir desta sexta-feira (19), as regras para se construir uma casa ou apartamento ficam mais rígidas. As construtoras terão que adotar técnicas que melhorem problemas como ruídos e infiltrações.

É fácil saber o tamanho do imóvel se a planta é bem dividida. Mas e a qualidade da construção? As novas regras da Abnt vão ajudar a responder a essa pergunta. Elas valem para os projetos que forem protocolados nas prefeituras de todo o Brasil a partir desta sexta (19).

“A partir desse momento, quando comprarem uma unidade, terão declarado pelo vendedor daquela unidade qual é o desempenho, qual é a vida útil que se espera daquilo, qual é o conforto acústico, térmico e assim por diante”, explica o coordenador da Comissão de Estudos da Norma da Abnt, Fábio Villas Bôas.

A principal mudança é que a regra antiga era como uma receita de bolo. Determinava como a obra deveria ser feita. Com a nova norma, o método de construção é escolhido pelo engenheiro. Ele decide se as paredes vão ser de blocos, tijolos ou dry wall. É a construtora que define como será a impermeabilização da fachada para evitar infiltrações e para não haver vazamentos. O que importa agora é o resultado final, que a norma chama de desempenho.

A capacidade de conter os ruídos, por exemplo. Pela fachada, só vão poder passar 39 decibéis do barulho da rua, o que equivale a uma conversa em voz baixa. Pelas paredes de um apartamento para outro, 45 decibéis. E 80 decibéis de impactos no piso. A medição é feita com ajuda de equipamentos de precisão.

Em um teste, o som que passou para o andar de baixo chegou a 66 decibéis, dentro da nova norma para prédios residenciais. É o sonho de Margareth Basso. Síndica ha seis anos, ela sabe o quanto os moradores reclamam. E que, às vezes, eles têm razão. “Eu já tive uma vizinha que morava em cima de mim, hoje não mora mais, nossa. Ela andava com um sapatinho. E aquilo irritava, mas irritava mesmo. E é duro”, conta

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